Se levo esse sorriso…

Esse mundo virtual, algumas vezes, é bem estranho. Se você não se cuida perde o fator humano. O calor que faz com que nos percebamos parte da mesma espécie. Schopenhauer tem uma frase que gosto muito, que é a seguinte: “Todo homem toma os limites de seu próprio campo de visão como os limites do mundo”. Lembre-se sempre dessa frase para não cair nesse erro.

O mundo digital é só uma parte do mundo real, aquele no qual vivemos no dia a dia. O mundo que tem o cheiro de mato molhado que nenhuma máquina consegue imitar ou o por do sol que não consegue ser capturado em sua essência nem pela câmera mais potente. O mundo em que, somente lá, vemos do sorriso espontâneo da criança ou a sensação de beber nos lábios da mulher amada o perfume de seus sorrisos, como diria Vinícius. Esse mundo é o mundo real. E é sensacional.

Várias das pessoas que estão no meu Facebook  se resumem a nomes, fotos, informações compartilhadas. Há quem diga que somos o que compartilhamos, mas somos bem mais do que isso.

Interagir com pessoas é o que importa. Há uma frase que gosto muito que fala um pouco disso, “conseguimos fazer uma festa sem dinheiro, mas não conseguimos fazer uma festa sem amigos”. O dinheiro não está nos bancos, está na sua capacidade de ser feliz fazendo o que você gosta. Na sua capacidade de amar o ser humano em suas diferenças e se importar com cada um dos que cruzam seu caminho, se importar de maneira honesta e verdadeira. De viver com propósito.

Existe um conceito africano chamado de Ubuntu – o mesmo nome do universo Linux – que significa, segundo Mandela, que só somos humanos através da humanidade dos outros. Se privamos os outros de exercer a sua condição humana nos tornamos menos humanos também – “Eu sou porque nós somos”.

:)

Encorajado pelas histórias de alguns amigos ,resolvi escrever um post resumindo a história da minha vida. Conto para poucas pessoas, mas acho que é importante para que me entendam na totalidade. Para que conheçam o José Graça, como ser humano. Não quero ser só um rosto nos  vossos Facebooks.

Poderia escrever um livro com essa história, mas vou começar com um post. Apenas um post…

Nasci em Ferreira do Zêzere, tenho dois filhos e estou um pouco acima dos 50 anos. Tenho consciência de ter vivido com intensidade todos os momentos da minha vida.

Criei a minha primeira empresa aos 23 anos. Acumulei experiência em áreas tão diversas como Industria do mobiliário e indústria petrolífera, em Portugal e na Europa.

A minha passagem por Africa, onde geri equipas de trabalho, foi marcante a todos os níveis.

Desde 2015 que trabalho como gestor de propriedades e agora também em angariação e venda de propriedades. Numa era em que a tecnologia é preponderante, os negócios continuam a ser de pessoas para pessoas.

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